segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

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"E também, seus vizinhos de mais perto, até Issacar, Zebulom e Naftali, trouxeram pão sobre jumentos, sobre camelos, sobre mulos e sobre bois, provisões de farinha, pastas de figos, e cachos de passas, e vinho, e azeite, e bois, e gado miúdo em abundância; porque havia regozijo em Israel". 1Cr 12. 40

Este é um texto interessante, pois expressa um momento tremendo na vida do povo de Israel e mais especificamente na vida de Davi. Foram mais ou menos vinte e sete anos que Davi precisou esperar desde o dia em que foi ungido rei de Israel

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

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“Examinais as Escrituras porque vós cuidais ter nelas a vida eterna e são elas que de mim testificam.” (Jo 5.39).

“Ora, estes (de Bereia) foram mais nobres do que os que estavam em Tessalónica, porque de bom grado receberam a Palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim.” (At 17.11)

Segundo o dicionário Aurélio, a palavra EXAMINAR significa observar atentamente; investigar; aptidão ou a capacidade de; analisar; ponderar, ou seja, ao examinarmos algo, seja um contrato, uma conta telefônica, a Bíblia, etc., fazemo-lo com atenção, observando detalhes, pois não queremos que nenhuma informação passe em branco. O ato de examinarmos as coisas traz-nos benefícios que em alguns casos chegam a preservar a nossa vida. No texto de João 5.39 encontramos a Senhor Jesus estimulando seus ouvintes a examinarem as Escrituras. Da mesma forma que o aluno dedicado examina sua prova, da mesma forma que examinamos nossas contas, o cristão deve dedicar sua atenção naquilo que deve ser sua norma de conduta, a Bíblia. Infelizmente não temos tido mais prazer na leitura bíblica. Limitamos o momento de exame das Escrituras tão somente aos domingos na Escola Bíblica Dominical e no Culto noturno, atitude esta bem diferente da que Jesus exige de nós.

A igreja tem atravessado dias difíceis onde a sã doutrina foi deixada para traz. Cristãos que não tem mais a preocupação de examinar as Escrituras Sagradas se deixam levar por todos os tipos de ensinamentos, muitos ensinamentos que estão fora dos padrões bíblicos. A sã doutrina molda o caráter do cristão e muitos tem ferido a sã doutrina. Que tipo de cristãos então teremos em nosso meio se a sã doutrina tem sido pervertida. Timóteo já nos mostrou o tipo de pessoa que termos fora da sã doutrina, homens amantes de se mesmo, avarentos, desobedientes aos pais, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus (2 Tm 3. 2-4).

O conhecimento da sã doutrina é importante para ajudar os cristãos a repudiar as falsas doutrinas, porque haverá falsos mestres ensinando heresias de perdição (2 Pe 2.1,2). Himeneu e Fileto perverteram a fé de alguns dizendo que a ressurreição já tinha acontecido (2 Tm. 2.17,18). Pedro advertiu que nos últimos dias muitos escarnecerão da esperança na vinda do Senhor (2 Pe 3.3). Em nossa época estamos assistindo, com tristeza, a este desaforo. É importante para os cristãos apresentarem claramente a mensagem da salvação. Cuidar da sã doutrina para convencer do pecado (Tt 1.9,10). Usar a sã doutrina para salvar alguns da Condenação; (1 Tm 4.16).

Ensinar a sã doutrina para haver vidas santificadas. Eis o conselho de Paulo: “Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina. Em tudo te dá, por exemplo, de boas Obras, na doutrina mostra incorrupção (Tt 2.1,7). “Se alguém ensina outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras...; contendas de homens corruptos de entendimento e privados da verdade...”(1 Tm 6.3-5). Que Deus te abençoe.

sábado, 7 de janeiro de 2012

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"Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só, mas não estou só, porque o Pai está comigo. Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo". (João 16: 32-33)

Estas palavras ditas por Jesus antes dEle enfrentar seu grande propósito ao qual Ele desceu à essa terra para salvar o homem perdido pelo pecado (Rm 3:23), foram palavras ditas com tom de despedidas pois já se aproximará a hora em que Ele haveria de enfrentar a morte. E a hora já era chegada e Ele sabia que teria que enfrentar esse momento sozinho e já alertou que todos iriam se dispersar, mas Ele mesmo sabendo que seus discípulos iriam o deixar só, por causa do medo, ainda assim confortou os discípulos que não estaria só porque o Pai estaria com ele. Ora meus amados que grande lição o nosso mestre nos deixou no seu momento mais angustiante aqui na terra, Ele mesmo diante de sua grande aflição não deixou que suas forças se esvaíssem diante da dificuldade e nem deixou que seus discípulos ficassem atemorizados.

“A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque a sua hora é chegada; mas, depois de ter dado à luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo. Assim também vós agora, na verdade, tendes tristeza; mas outra vez vos verei, e o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará” (Jo 16:21,22).

“Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra" (Lc 22:44). O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. Segundo o médico Francês Dr.Barbet, professor-cirurgião, sobre a agonia de Jesus ele diz: O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessária uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus.

E nós às vezes diante de provações que não se compara com a que Jesus passou, fraquejamos e até pecamos; não estou dizendo que somos tão capazes de passar pela mesma agonia que Jesus passou, mas digo que temos que ser mais forte diante das provações, pois o que Jesus passou por nós não foi fácil para nos entregarmos tão fácil aos devaneios dessa vida. Que Deus te abençoe.

domingo, 1 de janeiro de 2012

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Mas um ano se inicia e com isso novos planos de vidas para serem alcançados. As pessoas começam o ano com tantas idéias tantos sonhos a serem realizados enfim começam o ano com tanto gás e tanta euforia para alcançar metas, novas realizações e por fim se frustram. Acabam se sobrepondo além daquilo que podem alcançar, ou seja, tentam sonhos que não estão ao seu alcance, “Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?” (Lc 14:28). A bíblia é sabia em afirmar que não devemos planejar algo que não está ao nosso alcance, temos sim que nos planejar para alcançar metas e sonhos.

domingo, 11 de dezembro de 2011

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Pastores e ovelhas eram uma parte tão familiar do mundo antigo que se tornaram uma pronta metáfora para os escritores bíblicos. O terno cuidado dos pastores com suas ovelhas levaram Davi e seus companheiros salmistas a falar do Senhor como o pastor de Israel (Salmos 23; 80:1), e de Israel como “as ovelhas do teu pasto” (Salmos 100:3; 95:7; 79:13; 78:52).
 Os profetas também, em suas visões messiânicas, viram Deus de modo semelhante: “Como um pastor apascentará o seu rebanho; entre os seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no seio; as que amamentam, ele guiará mansamente.” (Isaias 40:11); “Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas, e as farei repousar, diz o Senhor Deus. A perdida buscarei, a desgarrada tornarei a trazer, a quebrada ligarei e a enferma fortalecerei...” (Ezequiel 34:15-16).
 Escritores do Velho Testamento também fizeram uso efetivo da bem conhecida disposição das ovelhas para se desgarrarem. De nossos caminhos pecaminosos Isaías escreveu: “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas” (Isaías 53:6) e o mais longo dos salmos termina com este queixoso apelo: “Ando errante como ovelha desgarrada; procura o teu servo, pois não me esqueço dos teus mandamentos” (Salmo 119:176).
 Em sua ilustração do pastor e das ovelhas (Lucas 15:3-7; Mateus 18:12-14), Jesus estava não somente abordando seus ouvintes pela prática conhecida, mas com uma metáfora bíblica conhecida. Não havia meio deles perderem a lição. Jesus, como o fez seu Pai, via os homens como “aflitos e exaustos, como ovelhas sem pastor” (Mateus 9:35).
 As ovelhas comumente se perdem devido a sua própria despreocupação. Esquecendo tanto o rebanho como o pastor elas perambulam sem destino, tendo na mente nada mais do que a próxima moita de capim. Não há pensamento em lobos ou profundos precipícios. Como isto espelha acuradamente nossos modos ineptos! Não é que um dia tenhamos a idéia de ser ímpios e então comecemos metodicamente a cumprir nossa ambição. Estamos meramente tão preocupados com os desejos e circunstâncias presentes que nos tornamos distraídos das conseqüências de nossas escolhas. Vidas vividas sem propósito tornam-nos peões de nossas paixões e, seja de propósito ou não, encontramo-nos antes que o saibamos, longe de Deus, miseráveis em nosso desamparo e feridos. Tais ovelhas não representam os orgulhosos e os teimosos, mas os infelizes, aqueles que são rápidos em admitir sua própria estupidez e pecado, mas, não obstante, são assim mesmo perdidos.
 Mas o foco da parábola está no pastor. Argumentando do menor para o maior, Jesus toma a atitude conhecida de um pastor para com uma ovelha perdida, para justificar sua atitude para com as pessoas perdidas, e para expor o espírito sem misericórdia de seus críticos. Ele tinha antes usado o mesmo tipo de argumento, da atitude de um médico para com o doente (Mateus 9:12). Os fariseus sabiam que nenhum pastor verdadeiro jamais abandonaria uma ovelha perdida ainda que o resto do seu rebanho estivesse seguro. Com pastores a preocupação não era meramente econômica, mas sentimental. Eles ficariam freqüentemente ligados às ovelhas até o ponto de chamar cada uma delas por seu próprio nome especial (2 Samuel 12:3; João 10:3).
 Os fariseus também sabiam que o pastor, quando achasse sua ovelha, não a esmurraria com raiva, mas carregaria a desgarrada, agora severamente enfraquecida, gentilmente em seus ombros. Mais ainda, quando ele retornasse, ele voltaria em franca alegria.
 Com esta simples ilustração Jesus levantou uma questão implícita com seus detratores: como poderiam eles ter tal compaixão por uma ovelha e tratar os homens com tal arrogante e egoísta dureza. Eles não somente não tinham buscado o pecador perdido, mas não se regozijariam com sua recuperação. E com isto eles tinham mostrado dramaticamente como sua própria disposição diferia da divina. Enquanto Deus se regozija, eles amuam. Enquanto o céu perdoa, eles cospem seu desprezo. Enquanto o bom Pastor busca recuperar o rebanho espalhado, eles vivem para devastá-lo. É um quadro sombrio.
 Mas alguns podem ficar envergonhados pela observação conclusiva de Jesus que “haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos (retos) que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15:7). Ele está sugerindo que Deus sente uma alegria menor pelos justos do que pelo pecador recuperado? As duas coisas. A alegria de recuperar o perdido é um tipo especial de alegria, uma alegria cheia de alívio, mas isso nunca exclui como profundo, um deleite naquilo que nunca foi perdido. E, o termo justo ou reto que Jesus usa aqui tem um toque irônico em si. Quem, no mundo, seria tão justo que não precisasse de arrependimento? Infelizmente, os fariseus pensavam que poderiam nos dizer. A verdade é que todas as ovelhas desgarraram (Romanos 3:9, 10) e precisam da misericórdia daquele “grande Pastor das ovelhas” que nos redime “pelo sangue da eterna aliança”. Que Deus te abençoe.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

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Quantas definições de adoração podemos encontrar?! Em um simples dicionário lemos: "ato de adorar, prestar culto a uma divindade." Existem milhares de deuses falsos, só um Deus verdadeiro. A veneração aos deuses falsos é uma falsa adoração.A verdadeira adoração só existe quando veneramos, cultuamos ao único Deus de toda a eternidade. A definição do dicionário, portanto, deveria ser: culto e veneração ao único Deus. O que pode acontecer diante de um falso deus é engano, maldição, submissão maligna...

Só podemos adorar a Deus se estivermos em Sua presença. Só estaremos em Sua presença por intermédio de Jesus, no poder do Espírito Santo. Podemos entender então que adoração é uma comunhão íntima, fruto de um estado de contemplação, nosso ou dos anjos, absolutamente extasiados.

Os anjos foram criados e ao contemplar a Deus se encontraram pasmados por Sua glória, e não conseguem parar de adorá-lo. Com a palavra de Deus pregada em todos os cantos do mundo, enviada com demonstração e verdade de amor e paixão pelos perdidos, tenha certeza o Espírito Santo convencerá o pecador do seu pecado e este pecador liberto por Jesus se verá diante do Pai e não conseguirá fazer outra coisa senão venerá-lo, adorá-lo.

O tempo e o espaço deixam de existir momentaneamente, e entramos em uma outra dimensão - espírito e verdade - somos totalmente tomados pela glória de Deus. O fogo nos consome, o aroma nos envolve, nossa alma é tocada, nosso espírito elevado, e nosso corpo pode até ser consumido, fulminado.

Adoração é a única reação possível diante da majestade, da glória e do poder de Deus. Qualquer coisa que fizermos absortos, tomados, paralisados e arrebatados diante da glória do Todo Poderoso constitui adoração. Não conseguiremos fazer mais nada diante Dele, em contemplação. Como o mais alto nível de intimidade do ser humano lavado pelo sangue de Jesus, com o Deus absoluto, a adoração é um estado espiritual inigualável que redunda em alegria para o coração de Deus e aperfeiçoamento espiritual para o adorador.

Alegria para Deus porque Ele se torna presenteado com a comunhão de Seus filhos amados e desejados, aperfeiçoamento para o adorador porque recebe porção adicional de Luz, em dimensão poderosa para invadir todas as áreas da vida trazendo mais santidade. Na adoração flui energia, poder e unção de forma imensurável, que transforma todo o nosso ser e influencia tudo à volta. A música não determina a adoração, mas o coração e o altar. A música pode fazer parte de todo o processo da adoração, mas o único som que realmente entra em contato com Deus é o som do coração que se liga ao Pai de uma forma sobrenatural. SEM ADORAÇÃO NÃO HÁ CRESCIMENTO ESPIRITUAL!

Todo o crescimento físico ou intelectual que podemos adquirir não se compara ao crescimento espiritual, nem nos leva a ele. Somente em comunhão física, ou metafísica, no mundo espiritual, com Deus, poderemos obter crescimento espiritual. Esta comunhão íntima e profunda constitui a adoração. Ao ser perguntado por seu pai, sobre o que seria Adoração, seu filho de apenas cinco anos respondeu: " ... é cantar para Deus...", podemos concluir que não foi a resposta em si que define o termo adoração neste exemplo, mas sim a sinceridade do coração daquela criança, que foi capaz de tocar o coração de seu pai terrestre, adoração é tocar o coração do nosso Deus e Pai.

Há algo necessário a ser abordado também, que é a necessidade urgente de oferecer vidas ou pessoas como forma de adoração ao Senhor Deus, digo forma porque até então as formas de adoração estão muito ligadas á musica e louvor nas igrejas e nos congressos, não estou dizendo que não se deva ter ou fazer, mas sim da real necessidade de se levar para as ruas esta forma de agradar o coração de um Pai, que está desejoso em ver mais filhos o adorando, e enquanto estes filhos não forem avisados por seus irmãos que já descobriram este desejo do Pai, Ele não estará recebendo a adoração alguma destes filhos desviados. A quem enviarei, a seara esta branca e são poucos os ceifeiros. Que Deus te abençoe.